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domingo, 14 de julho de 2013

#yesterdaytodaytomorrow


"Estava louco para te ver chegar, estava louco para te ter nas minhas mãos, para me deitar no teu abraço, retomar o pedaço que faltava no meu coração. Eu não existo longe de ti e a solidão é o meu pior castigo. Eu conto as horas para te poder ver, mas o relógio estava mal comigo (...)"

"Aquele coração… Foi ele que resolveu tudo! Foi ele!"

quinta-feira, 11 de julho de 2013

sexta-feira, 5 de julho de 2013

terça-feira, 2 de julho de 2013

# inevitável

Todos nós, em algum momento da nossa vida já erramos. Erramos ao falar ou ao calar, ao sermos orgulhosos ou ao sermos humildes (nos momentos errados). Erramos ao dar importância ou ao ignorar. De qualquer forma, mas erramos, ainda que achemos que naquele momento, estamos a agir de forma correcta. Tal como eu já o fiz, tu também já o fizeste. Há factos que não podemos ignorar e este é um deles. Mas a meu ver, não são razões tão obvias que me levem a desistir daquilo que quero que o meu amanhã seja.
Como é possível desistir de alguém que já fez tanto por nós, de alguém por quem já fizemos tanto, de alguém com quem passamos a maior parte dos momentos que vivemos quando olhamos para trás, só porque parece (e fica só pelo parecer) mais fácil? Não me conformo. Não me consigo conformar. Nem tão pouco quero... porque se há pessoas por quem faria tudo na vida, tu és uma delas. E se já tinha certeza disso o tempo fez questão de mostrar ainda melhor o que eu pensava já saber tão bem...! Mas afinal, tinha apenas uma pequena noção, ao contrário de hoje.
Por vezes perguntam-me como consigo esperar, como consigo acreditar depois de tantas vezes parecer que tinha perdido a esperança. Na verdade, acabo por nunca responder, apenas sorrio. E talvez seja essa a melhor resposta: um sorriso. O sorriso que me consegue estampar no rosto independentemente de todas as dificuldades ou de todos os defeitos. E para quê complicar? Para quê complicar se os defeitos ocupam uma parte tão importante na nossa caracterização como as qualidades? Sinceramente, até daquele orgulho e daquele agir de cabeça quente sem pensar, consigo ter saudades.
"Como sempre me disseste, a humildade é bonita. E pode não nos tornar mais do que ninguém, mas torna-nos diferente de muitos." E independentemente de qualquer coisa, há sempre partes de nós que nunca morrem e tu, ocupas essa parte.
Espero que consigas entender cada palavra e cada frase aqui escrita repletas de sinceridade (disso podes ter a certeza!) e que algum dia possamos rir-nos de tudo aquilo que nos fez fraquejar. Porque eu ainda acredito que isso seja possível.


02/07/2013

segunda-feira, 1 de julho de 2013

# ♥

Por vezes temos a sorte toda do nosso lado e nem nos apercebemos, outras, acabamos por perdê-la com medo de a perder. Inicialmente, parecia banal todo esse “medo”, aliás, nem parecia tão pouco existir. A indiferença, parecia ser o sentimento que mais sentido fazia. Porém, o tempo fez questão de provar exactamente o contrário... Fez questão de provar aquilo que existia, mas provavelmente, não queria ver. Nunca cheguei a ver, porque as melhores coisas da vida não se vêem, sentem-se. E eu, senti, tenho a certeza que sim (ainda hoje!).
Dizem que nada acontece por acaso, que tudo tem a sua razão de ser, e que algum dia o irei perceber, e eu pergunto-me: “mas será que para o dizerem é porque alguém sabe o que vai acontecer no dia de amanhã?”. A resposta parece fácil e na verdade, é. Ninguém sabe, mas teimam em guiar-se pelas frases bonitas que aquele ou aquela se lembraram de construir. Talvez um dia se venham arrepender de tudo aquilo que não disseram, de tudo aquilo que não viveram, só porque alguém se lembrou de escrever: “se assim foi é porque assim tinha de ser”. E eu, quero a todo o custo, não fazer parte desse grupo. Quero a todo custo não vir a sentir arrependimento algum por tudo aquilo que não fiz. Só depende de mim, sempre dependerá.
Erros, todos cometemos e defeitos, todos temos. Nunca chamei isso de “falhar” mas sim de “aprender” e é por isso que digo que nunca me falhaste e também não espero que seja agora que o faças.
Só quero voltar a olhar e a sentir, a falar e a sorrir. Só quero voltar a pedir desculpa e a receber aquele abraço. Só quero querer tudo aquilo que parece impossível mas que acabamos por provar que não o é.
Não são palavras que resolvem, eu sei. Mas será que até aqui, o tempo terá que revelar a sua importância? Peço que não. Não quero! Peço que sejamos nós... Quero que sejámos nós, (sempre nós!) a revelar a nossa importância! Porque ela existe, eu sei.  



01/07/2013